quarta-feira, agosto 26, 2026
GAZETA DE BOAVISTA
Advertisement
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Saúde
  • Internacional
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Saúde
  • Internacional
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
GAZETA DE BOAVISTA
No Result
View All Result
Home Últimas Notícias

Ale-RR recorre ao STF contra decisão que autoriza candidatura de Jalser Renier

redacao by redacao
22/08/2026
in Últimas Notícias
0 0
0
Ale-RR recorre ao STF contra decisão que autoriza candidatura de Jalser Renier
0
SHARES
0
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter


Ex-deputado estadual Jalser Renier
Reprodução/Instagram
A Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar impedir que Jalser Renier (PSDB) dispute as eleições de outubro. A Casa pede a suspensão imediata de uma decisão do ministro Nunes Marques, tomada em 5 de agosto, que devolveu parte dos direitos políticos ao ex-deputado.
Procurado pelo g1, Jalser rebateu o recurso e acusou o atual presidente da Assembleia, o deputado Jorge Everton (União Brasil), de perseguição. Ele chamou Everton de “raposa velha que perde o pelo, mas não perde os costumes”.
O g1 solicitou um posicionamento a Everton, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
O recurso da Ale-RR foi protocolado na última terça-feira (18). Jalser é réu na Justiça por mandar sequestrar e torturar o jornalista Romano dos Anjos, em 2020. Ele teve o mandato cassado em 2022 por quebra de decoro parlamentar e está inelegível até 2030.
Desde então, o ex-presidente da Ale-RR teve pelo menos oito recursos negados pelo STF antes da decisão de agosto, que liberou a participação dele em convenções partidárias e nos demais atos das eleições de 4 de outubro.
STF autorizou ex-deputado acusado de mandar sequestrar e torturar jornalista a disputar eleições em RR
Por que a Assembleia recorreu
Segundo a Ale-RR, o Supremo ainda não poderia ter julgado o caso, porque o processo de Jalser segue parado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), aguardando o julgamento de um recurso anterior. Para a Assembleia, a competência do STF só começa quando o processo chega fisicamente à Corte, o que, segundo o recurso, ainda não aconteceu.
A Casa também alega que o ministro Nunes Marques já havia negado um pedido idêntico de Jalser em 31 de março deste ano, usando exatamente esse argumento. Para a Assembleia, nada mudou na situação do processo que justificasse a mudança de entendimento.
O recurso ainda sustenta que a decisão de agosto não teria analisado os argumentos apresentados pela Assembleia, limitando-se a uma frase genérica sobre a posição contrária do órgão.
A Assembleia alega que a participação de Jalser pode interferir no cálculo de votos necessários para eleger deputados em Roraima, afetando outros candidatos que concorrem a vagas proporcionais. Por isso, pede urgência no julgamento, antes da eleição de outubro.
O que diz a decisão de Nunes Marques
Na liminar de 5 de agosto, Nunes Marques afirmou que impedir a candidatura de Jalser antes do julgamento definitivo do recurso poderia prejudicar não só o ex-deputado, mas também o partido e os demais candidatos da chapa, por causa do sistema proporcional das eleições.
O ministro também disse que, em uma democracia, os eleitores devem ser os protagonistas do processo eleitoral. Segundo ele, o recurso de Jalser ao STF não busca anular a cassação, mas reabrir a ação que questiona a perda do mandato.
Nunes Marques ponderou ainda que atos internos do Poder Legislativo não são totalmente imunes ao controle do Judiciário quando há alegação de violação a garantias constitucionais, como o direito de defesa.
Por que Jalser foi cassado
Jalser perdeu o mandato em fevereiro de 2022, ao fim de um processo disciplinar por quebra de decoro parlamentar, aberto depois de ele ser apontado como suspeito de mandar sequestrar o jornalista Romano dos Anjos. Como presidente da Assembleia na época, ele também foi acusado de:
não investigar servidores lotados no próprio gabinete suspeitos de integrar organização criminosa dentro do parlamento;
fazer ameaças diretas ao governador do estado;
tentar intimidar autoridades para atrapalhar investigações policiais.
A Ale-RR reforça, no recurso, que a cassação foi baseada nessas condutas políticas, e não diretamente nos crimes de sequestro e tortura, que são apurados em uma ação penal separada, na qual Jalser é réu.
Histórico de derrotas na Justiça
Segundo o documento apresentado pela Assembleia, Jalser tentou reverter a cassação pelo menos 18 vezes, em diferentes tribunais — Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), STJ e STF. A Ale-RR afirma que nenhuma dessas ações reconheceu irregularidade no processo que resultou na perda do mandato.
Agora, cabe ao ministro Nunes Marques decidir se reconsidera a própria decisão ou se encaminha o recurso para julgamento pela Turma do STF. Enquanto isso não acontece, a decisão que devolveu os direitos políticos de Jalser segue valendo.
Ex-deputado Jalser Renier tenta reverter decisão da Assembleia Legislativa, mas é negado
Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

Fonte: https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2026/08/22/ale-rr-recorre-ao-stf-contra-decisao-que-autoriza-candidatura-de-jalser-renier.ghtml

Previous Post

Alcolumbre envia PEC do fim da escala 6×1 para CCJ do Senado

Next Post

Homem morre após assaltar dois policiais civis e trocar tiros em Osasco

redacao

redacao

Next Post
Homem morre após assaltar dois policiais civis e trocar tiros em Osasco

Homem morre após assaltar dois policiais civis e trocar tiros em Osasco

GAZETA DE BOAVISTA

© 2026 GAZETA DE BOA VISTA

  • Contato
  • GAZETA DE BOA VISTA
  • Quem Somos

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Saúde
  • Internacional
  • Geral
  • Contato

© 2026 GAZETA DE BOA VISTA